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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Aí você ganha um gatinho e cria com todo amor, dá pra ele ração especial... depois você adota uma gatinha de rua, e dá pra ela o mesmo amor e ração que você deu pro seu outro gatinho.
Então, um belo dia aparece um camundongo na sua casa, e o que eles fazem a esse respeito??? NADA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tá certo que, quando imaginei um dos 2 com o rato na boca, achei a idéia nojenta, e meu valente marido tratou de tentar expulsá-lo com uma vassoura. Deu trabalho, porque o bicho era burro pacas, e sempre corria pra perto dos gatos. Estes, por sua vez, só queriam saber de brincar... podia ser um rato, ou um carrinho de controle remoto, ou uma rolha de vinho, que ia dar no mesmo... E eu, bem... onde poderia estar uma mulher numa hora dessas? Em cima da escada, claro.
Alguém explica pra esses gatos que é função deles é expulsar os ratos? Porque meus gatos só matam passarinhos? Onde foi que eu errei????

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Eu acho que vi um gatinho


Quem vê essa gatinha toda meiga enfiada embaixo do edredon não consegue imaginar as cenas de terror que esta casa viveu recentemente.

Acontece que essa ex-menina de rua teve que caçar para sobreviver por um bom tempo. E, bem, parece que ela gosta disso. Eu até consigo entender, mas precisava ela ter ensinado o Jorge, meu gatinho-da-mamãe, criado em apartamento, com ração super-premium, a caçar passarinho???????????????????????????????

Outro dia eu estava trabalhando quando ele entra no escritório, todo saltitante, com um passarinho se debatendo na boca. Eu nem sei se eu gritei ou fiquei estática, só sei que fiquei chocada, e expulsei ele.

Poucos dias depois, quando eu já tinha superado o trauma, me deparo com um corpo estendido na sala. Até hoje não sei quem foi o culpado. Recolhi o corpo, e fiquei chocada de novo.

O terceiro choque foi quando via a Zélia se divertindo com um pobre coitado, que também se debatia dentro da boca dela.

A última foi quando ouvi um barulho de coisas caindo na sala. Fui ver o que era... encontrei o Jorge derrubando coisas sobre o móvel da TV pra tentar alcançar mais uma vítima que se debatia contra um vidro, perto do telhado. Segurei a fera, e gritei pelo marido. Até conseguir prender ele no quarto pra livrar o passarinho, levei mordidas e patadas, e saí toda lanhada. Mas valeu a pena. Acho que este sobrevivente conseguiu avisar todos os seus coleguinhas sobre o perigo que é sobrevoar esta região, porque já faz um tempo que não temos vítimas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Só pode ter sido o Ruivo Hering!


Quem revirou a lixeira em busca do pedaço de frango?
Quem fez cocô sobre a mesa da varanda da vizinha?
Quem estava cantando desafinado durante a noite?
Só pode ter sido ele, o maquiavélico Gato Amarelo!
Ele é tão mau, que tenta jogar a culpa nos outros, atraindo o Malhado para junto da lixeira, e imitando o miado do Gato Emo... mas ele não nos engana.




quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Fogo na periquita

A minha querida Zélia está no cio. Por conta disso, está presa em casa desde a 5a feira passada, depois de uma fuga espetacular com o Gato Amarelo. Não sei o que ele prometeu a ela, porque ela parece apaixonada.
Depois de resolver certos problemas técnicos como evitar que o estrago provocado pelo disgracento do Amarelo gerasse filhotinhos*, eu estava até achando graça. Na 6a feira, quando acordei, o gramado de casa parecia a praia de Ipanema. Lotado pelos gatos da vizinhança. Eles estavam até distribuindo senha. O Gato Amarelo tinha a número 1. Tive a sensação de que se não os expulsasse, ia aparecer um vendedor de Biscoito Globo e Mate Leão. Veio gato até de Trancoso...
O problema é que os dias passam, e mesmo depois de aplicar o anticoncepcional, o cio não acaba. A bichinha passa o dia todo trancada em casa, miando, rolando no chão, se esfregando nos móveis, e se oferecendo pro Jorge. Ainda bem que nosso Jorge é castrado. Só esqueceram de avisar isso pra ele, porque tem horas que ele não resiste e tenta dar uns pegas nela. Isso rende cenas bizarras, totalmente inadequadas para uma casa de família.
Eu, como trabalho em casa, fico trancada também, enlouquecendo com os miados e choramingos, principalmente quando o cretino do Amarelo resolve aparecer e ficar miando na porta. Já deu pra perceber que eu não gosto muito dele né... Normal, geralmente as mães não aprovam as escolhas de suas filhas adolescentes.


* Esclarecimento: nossa gatinha tem Doença de Lyme, muito comum em gatos da região, e ainda está em tratamento. Uma gravidez agora já seria ruim por ser o 1o cio, e, em função da doença seria um risco para ela e para os filhotes. Se não fosse por isso, não tentaríamos interromper a possível gravidez.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A história de uma gata, ao contrário...


Tudo mundo que tem mais de 30 e teve infância lembra dos Saltimbancos Trapalhões. É o melhor filme que eles já fizeram, na minha humilde opinião.

A parte que eu mais gosto é a da História de uma gata. Sempre adorei essa música.

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás


Bonitinho, né? Só que ao contrário é mais bonitinho ainda...

Aconteceu aqui em casa, semana passada.

Fomos adotados por uma gatinha.

Expulsei ela de casa umas vinte vezes. Mas ela insistia... dormia na cadeira da varanda, quando eu me distraía, lá estava ela comendo a ração do Jorge.

Eu já não tinha mais forças pra expulsar aquela fofura, pequenininha, magrela, meiguinha e faminta. E o Jorge ainda dava apoio pra ela entrar... eu tinha que ter filmado a cena dele empurrando ela pra dentro de casa... aí não deu mais... jogamos a toalha... e a partir deste fim-de-semana, temos um novo membro na família: Zélia Gattai.

Eu expliquei pra ela que, com grandes conquistas, vêm grandes responsabilidades. Que ter um lar quentinho, com comida e água fresca, e cafuné à vontade tem seu preço.

No caso, o preço é ficar trancada em casa à noite, e ser tratada por um veterinário.

Por enquanto ela está aceitando bem as condições... hoje até levou uma injeção, e continuou minha amiga...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Estávamos eu e marido sentados na sala ontem de noite, assistindo o Toma Lá, Dá Cá, quando ouvimos um barulho vindo do andar de cima. Ignoramos.
Da segunda vez, não deu pra não comentar. Perguntei: "temos vizinho no andar de cima?". Ele disse: "acho que não, mas vamos lá verificar.". Decisão muito sensata, visto que moramos numa casa, e se tivesse alguém em cima, estaria no nosso quarto...
Subimos a escada com medão... ele chegou primeiro... só ouvi o "ah, não!!!". Momentos de tensão!!! Em seguida, a explicação: " a porta do quarto ficou aberta, e a janela do banheiro também..."

Pausa para a explicação matemática:
porta do quarto aberta + janela do quarto aberta = Jorge Amado no telhado.
Beleza, 11 da noite, nós dois moídos da aula de yoga, e o gatou subiu no telhado. PQP!!!
Quer dizer, ele desceu, porque ele pula pra cima do telhado do quarto de baixo. O problema é que ele não sabe pular dali de volta pra janela, e nem dali pro chão. Ele não fez esse curso.
O outro problema é que não temos em casa uma escada, pra alcaçar ele pelo beiral do telhado. Como já estamos ficando experts em tirar ele de lá, empilhamos um banquinho em cima de uma cadeira, e o marido, que é mais alto, subiu pra pegar ele.
Seria fácil, se ele quisesse descer... mas ele tava achando divertidão ficar lá. Vocês não imaginam como é difícil tirar de cima do telhado um gato que não quer descer do telhado...
Diante da dificuldade, resolvemos entrar e terminar de ver o programa, na esperança de que ele cansasse de ficar lá e colaborasse na próxima tentativa. Mas não... a noite tava bonita, tava fresquinho... ele ia descer pra quê? Nova desistência.
Confesso que nessa hora pensei em ir dormir e deixar o bicho lá, pra ver se ele aprende a não fazer mas isso. Mas meu coração de mãe falou mais alto. Pensei até em chamar os Bombeiros... desisti logo... o quartel mais próximo fica a uma balsa de distância... ia demorar pacas... isso se tivesse algum bombeiro de plantão disposto a tirar um gato do telhado àquela hora da noite. E o marido lembrou bem... não tínhamos Vono em casa pra oferecer pra eles...
Eis que o marido sugere: então eu vou subir no telhado e tirar ele de lá.
Pronto: o que eu faço com um marido e um gato em cima do telhado??? E se ele caísse de lá??? Mas como eu não tive uma idéia melhor, tive que concordar. Na hora morri de medo, mas agora lembrando posso dizer... foi engraçado ver ele compridão se contorcendo pra passar pela janelinha do banheiro... e viva a aula de yoga!!!
A partir daí foi fácil... ele pegou o gato, passou pra mim pela janela, eu pensei em fazer um churrasquinho e um tamborim com ele... mas já era tarde, fica pra próxima... pra próxima mesmo, porque não tenho dúvida de que da próxima vez que a gente esquecer a janelinha aberta, ele vai pular de novo.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Medo!

Espero que o Jorge não coma o passarinho...